Todo Carnaval tem seu fim e o de Virgínia Fonseca - e consequentemente da Grande Rio - foi melancólico. Embora a influenciadora tenha tentado minimizar o 8º lugar da escola, que não conseguiu nem marcar presença no desfile das campeãs, nos bastidores da agremiação de Caxias o clima não é dos melhores. Que o diga o mestre de bateria Fabricio Machado de Lima, que após perder pontos valiosos nas notas dos jurados e publicar algumas críticas a Virgínia, terminou a folia com sua rede social fechada para comentários e com fotos excluídas.
Na ponta do iceberg, Thainá Oliveira, musa da Grande Rio e filha do presidente de honra da escola, Helinho de Oliveira, declarou sobre o Carnaval 2026: "Infelizmente não saiu como esperado, mas serve de aprendizado para o ano que vem!".
Sobre a estreia de Virgínia como rainha de bateria substituindo a icônica Paolla Oliveira, Thainá fez questão de esclarecer alguns pontos que antes mesmo do Carnaval foram anunciados como verdades absolutas. "Mentira que ela comprou o cargo [de rainha de bateria]", avisou. E completou: "Mentira que ela investiu R$ 15 milhões".
Rumores davam conta que a parceria entre a escola de samba e a influenciadora alcançaria a cifra milionária com o perfume lançado por Virgínia - pela sua empresa, a WePink - com o nome da Grande Rio.
Sem demonstrar frustração com a participação da artista na folia, Thainá confirmou a volta de Virgínia como rainha em 2027 e afirmou: "Ela quer se incluir mais na comunidade, conhecer mais as pessoas da nossa escola".